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Anvisa classifica restaurantes de acordo com condições de higiene

05/06/2013

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AnvisaO ministro da Saúde, Arthur Chioro, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, divulgaram nesta quinta-feira (5) o resultado do segundo ciclo do projeto que avalia  estabelecimentos de alimentação, como restaurantes e lanchonetes, e cria categorias de acordo com as condições sanitárias e de higiene. 

Dos locais avaliados, 38% obtiveram o selo A, que significa que observam as condições ideais exigidas pela agência. Foram analisados 2.075 estabelecimentos em 26 cidades e 11 aeroportos das cidades-sede que vão receber jogos da Copa do Mundo.A ideia da Anvisa é orientar cidadãos e turistas, inclusive aqueles que vierem ao país para o torneio de futebol, sobre as condições dos restaurantes, bares e lanchonetes.

Dos demais locais pesquisados, 41% ficaram na categoria B, o que indica que apresentam algumas falhas de higiene a mais que a categoria A, mas não oferecem riscos à saúde. Uma dessas falhas, de acordo com a Anvisa, é manipular alimentos usando esmalte ou brincos. 15% ficaram com o selo C, que têm mais falhas que a categoria B, mas também não representam risco para o consumo e cumprem a legislação.  Todos os estabelecimentos, os que recebem a categorização A, B e C, são os estabelecimentos que cumprem a legislação sanitária e que vão se diferenciando pela melhor qualidade, rigor e excelência. Mas são todos estabelecimentos que cumprem a legislação, disse o ministro da Saúde.

De todos os locais analisados, 6% não obtiveram selo e são classificados como pendentes, porque apresentaram irregularidades.Aqueles que não cumpriram [as condições exigidas], continuam sendo rigorosamente monitorados pela Anvisa dos municípios, dos estados e exigidos  para que se adequem à legislação e passem a responder a todas as exigências, concluiu o ministro.A Anvisa anunciou que a partir desta semana os cidadãos já poderão identificar os selos na entrada dos locais vistoriados. A instalação dos selos em local visível é obrigatória. O órgão também tornou disponível em seu site a nota de cada local, dividida por município.

Foram analisados, em cada estabelecimento, a higienização de instalações, equipamentos, móveis e utensílios; o controle de pragas urbanas; a higiene dos profissionais que manipulam a comida; a limpeza dos ingredientes e embalagens, além das condições em que são feitas o armazenamento, transporte e exposição do alimento.O programa identificou que, nos aeroportos, 53% dos estabelecimentos foram classificados na categoria A,  39% na B e 6% na C. Apenas 2% foram classificados como pendentes.

G1 

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