ASSISTEC - Controle de pragas urbanas

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Os cupins devem existir por mais de 250 milhões de anos. Por causa da estrutura altamente natural das colônias são capazes de se adaptar eficientemente às mudanças do ambiente.

O ninho de algumas espécies, como a Macrotermes do oeste da África, pode ter 5 milhões de componentes, muito mais cupins que a população da Nova Zelândia. 

Precisam de umidade para sobreviver e poderão morrer se expostos à luz do sol ou ao ar livre. Os túneis os protegem desses elementos.

São capazes de se distanciar da colônia por 40 metros e uma vez descoberta uma fonte de alimentos, deixam uma "trilha química" para os outros seguirem.

Os cupins se alimentam de celulose, não somente da madeira, mas de qualquer coisa que contenha celulose, como livros, carpetes, papel de parede, móveis, etc.

Algumas vezes podem se alimentar de uma estrutura de madeira deixando a pintura intacta.

As colônias são divididas em classes sociais: reprodutores primários (rainha e rei), reprodutores secundários (siriri), trabalhadores e soldados.

Cada classe tem uma tarefa específica dentro da colônia e suas atividades nunca cessam.

Os cupins são objetivos e eficientes na sua tarefa de buscar alimentos.

Soldado: protege a colônia de formigas, seu principal inimigo natural, com suas poderosas pinças, e com a cabeça, protegida por uma espécie de capacete de tecido duro.

Trabalhador: é responsável pela busca de alimentos.

Siriri: vivem aos milhares, e estabelecem as novas colônias. São os reprodutores secundários. Possuem asas e voam.

Rainha: é a responsável pela reprodução e pode botar acima de 35.000 ovos por ano.

Rei: vive na colônia com a rainha.

Ovos: eclodem em 50 a 55 dias e amadurecem para a forma adulta dentro de um ano. Podem tornar-se qualquer membro da sociedade, dependendo das necessidades da colônia.